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A mostrar mensagens de outubro, 2018

A luta pela vingança de Alessandro Pietro

🔪 🔪 🔪 “Parla come mangi . O que é que querem saber? Estou velho, preso e a morrer. Porquê? Porque ainda não consegui. Sono un Criminale .” Do realizador Federico Fellini, Sono um Criminale é um filme biográfico e dramático, que conta com o protagonista Alessandro Pietro (interpretado por Geovane Henrico), um velho de 75 anos que vê a sua vida chegar ao fim, sem ter cumprido o seu objetivo de vida. Alessandro Pietro vive na máfico desde que nasceu. Durante o filme, recorda que foi abandonado pela sua mãe e desde bebé viveu com o seu pai em Palermo, Sicília. O seu pai, líder da máfia daquela cidade, desde cedo que o ensinou a ser poderoso, rico, manipulador e mafioso, qualidades que Alessandro admirava no seu pai e por isso o encarava como um ídolo. Aos 15 anos, Alessandro Pietro vê o seu pai ser morto e até ao resto da sua vida, irá lembrar-se da cara dos assassinos, prometendo vingança. É a partir desta altura que, para além de passar a ser o líder da máfia, o se...

Eu consegui. Eu fui capaz.

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Parece que o bullying está na moda. Aliás, ser popular é ser um rufia, um mau, um bully que afeta toda a gente e que tem uma autoestima invejável. Como se deve imaginar, isso é de rir. Essas pessoas são tão frágeis como quando um giz cai ao chão e se desfaz em pedaços. Mas o mais impressionante disso tudo, é que os próprios bullys vêm da família... os irmãos, os primos, os pais! Pensemos no pobre do patinho feio. Imaginemos que a mamã pata decide ter patinhos através de inseminação artificial. Uma prática moderna para quem quer ser mãe solteira. Nascem cinco patinhos a partir deste método, mas um é rejeitado... o patinho feito. Porquê? Para quê tanta vontade de ter filhos se um vai para um destino incerto? Deverá este método ter critérios? Tantas questões e não tenho resposta para nenhuma. Não é disto que venho aqui falar. Retomemos o nosso tema. O patinho feio, que não escolheu vir ao mundo e que não escolheu ser abandonado pela sua mãe, vive uma vida triste ...

Para mim a língua portuguesa é...

É o que me permite comunicar desde que aprendi a falar. É o conjunto dos sons que diariamente saem da minha boca para que as outras pessoas me entendam e possam comunicar comigo. É o idioma que tanto custa a aprender por pessoas que não têm o português como língua materna. É a conjugação das 23 letras do alfabeto, dando origem a palavras tão bonitas que nem tradução têm noutras línguas... Saudade! É a minha língua. É a minha cultura. É a minha forma de me expressar.